THE WILL TO SURVIVAL – THE OLDEST concentration camp HÄFTLING

THE WILL TO SURVIVAL – THE OLDEST concentration camp HÄFTLING
http://tv.orf.at/program/orf2/20080317/438931301/246906

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On 13 March anniversary, the Port of Austria by Nazi Germany for the 70th Time for many people are the images of terror long faded. Leopold Engleitner with 102 years is the oldest survivor of the concentration camp in Austria. For him, the horror experienced part of his story. The will to survive kept him upright despite beating, death threats and the Ruhr in the penal he survived the concentration camp of Buchenwald, Niederhagen and Ravensbrück. With only 28 pounds, the “subversive” Jehovah’s Witness from the concentration camp dismissed because he was forced to lifelong work in agriculture committed. Gudrun Kampelmüller THEME is in the portrait of a simple servant, who had the courage “no” to say..

O desejo de sobrevivência – no mais antigo campo de concentração HÄFTLING

No aniversário de 13 de Março, os 70 anos da dominação da Áustria pela Alemanha nazista, para muitas pessoas são apenas antigas imagens de terror desbotadas. Leopold Engleitner com 103 anos é o mais antigo sobrevivente dos campos de concentração na Áustria. Para ele, a experiência do horror é parte de sua história. A vontade de sobreviver o manteve na posição de retidão, apesar de ter sofrido espancamento, ameaças de morte e do horror nas prisões, ele sobreviveu aos campos de concentração de Buchenwald, Niederhagen e Ravensbrück. Com apenas 28 quilos, julgado como uma “subversiva” Testemunha de Jeová ele foi liberado do campo de concentração, mas obrigado a levar uma vida de trabalho forçado como agricultor. Este é o retrato de um simples homem, que teve a coragem ao dizer. “não”! – Gudrun Kampelmüller TEMA

DER WILLE ZU ÜBERLEBEN — DER ÄLTESTE KZ-HÄFTLING

Am 13. März jährte sich der Anschluss Österreichs an Nazi-Deutschland zum 70. Mal. Für viele Menschen sind die Bilder der Schreckensherrschaft längst verblasst. Leopold Engleitner ist mit 102 Jahren der älteste KZ-Überlebende Österreichs. Für ihn ist das erlebte Grauen Teil seiner Geschichte. Der Wille zum Überleben hat ihn aufrecht gehalten: trotz Schlägen, Morddrohungen und der Ruhr in der Strafkompanie überlebte er die Konzentrationslager Buchenwald, Niederhagen und Ravensbrück. Mit nur 28 Kilo wurde der „staatsfeindliche” Zeuge Jehovas aus dem KZ entlassen, weil er sich zu lebenslanger Zwangsarbeit in der Landwirtschaft verpflichtete. Gudrun Kampelmüller zeichnet in THEMA das Portrait eines einfachen Knechtes, der den Mut hatte „Nein” zu sagen.

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